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VÍDEOS: Bom Dia DF de segunda-feira, 13 de julho

Veja os vídeos do telejornal com as notícias do DF. Veja os vídeos do telejornal com as notícias do DF.
Mon, 13 Jul 2020 11:37:16 -0000
Carros batem de frente e quatro pessoas ficam feridas na MGC-122, em Capitão Enéas

Um dos motoristas ficou preso às ferragens e os bombeiros precisaram cortar o teto e a porta do veículo para resgatá-lo. Bombeiros removeram a porta e o teto do veículo para resgatar o motorista Corpo de Bombeiros/ Divulgação Quatro pessoas ficaram feridas em um acidente envolvendo dois carros na MGC-122, em Capitão Enéas, na noite desse domingo (12). Os veículos bateram de frente e um dos motoristas ficou preso às ferragens. Os bombeiros de Montes Claros foram acionados e cortaram a porta e o teto do carro para resgatar o condutor. “Ele estava consciente durante o atendimento e foi removido pela parte traseira. Foi necessário cortar a porta e o teto para fazer o resgate com mais segurança. O trabalho durou cerca de 20 minutos", disse o sargento Luiz Alexandre Nascimento. Carros bateram de frente na MGC-122 Corpo de Bombeiros/ Divulgação O motorista fraturou uma das pernas e foi encaminhado ao hospital pelo Samu. Os filhos dele, de 8 e 15 anos, também viajavam no veículo e foram socorridos pelo Samu. Eles se queixavam de dores na região torácica. O condutor do outro carro viajava sozinho e sofreu apenas escoriações. Todos os feridos foram levados para a Santa Casa de Montes Claros. Veja mais notícias da região no G1 Grande Minas.
Mon, 13 Jul 2020 11:36:47 -0000
Assista aos telejornais da TV Bahia
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Mon, 13 Jul 2020 11:35:01 -0000
Telas de proteção são instaladas em pontos da Orla de Petrolina e na Porta do Rio

Também foram interditados o Parque Municipal Josepha Coelho e os demais equipamentos públicos destinados à prática de atividades físicas no município. Interdição na Orla de Petrolina Jonas Santos/ PMP Telas de proteção foram instaladas em pontos do calçadão e da ciclovia na Orla de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. A Porta do Rio também foi cercada. A ação, que teve início no domingo (12), tem como objetivo evitar a circulação de pedestres e ciclistas. Também foram interditados o Parque Municipal Josepha Coelho e os demais equipamentos públicos destinados à prática de atividades físicas no município. O decreto será válido por 15 dias, prorrogáveis por igual período. A partir desta segunda-feira (13), equipes da prefeitura vão atuar na fiscalização dos locais. O descumprimento das medidas de prevenção à covid-19 pode ser denunciada ao poder público, por meio da Central de Atendimentos do Sistema de Segurança Pública Municipal, nos telefones 153 ou (87) 98106-7310 (WhatsApp).
Mon, 13 Jul 2020 11:34:32 -0000
Homem é preso suspeito de se passar por motoboy para entregar droga, em João Pessoa

Homem estava com as drogas dentro da bolsa de isopor. Suspeito está preso na carceragem da Central de Polícia Civil. Provas recolhidas nos homicídios foram levadas para Central de Polícia em João Pessoa Reprodução/TV Cabo Branco Um homem foi preso na noite deste domingo (12), em João Pessoa, suspeito de se passar por motoboy para entregar drogas na capital. Ele foi preso em flagrante. O homem estava com as drogas dentro da bolsa de isopor. O material foi apreendido. Segundo a Polícia Civil, ele era usuário de drogas. A polícia investiga as circunstâncias de como a entrega estava sendo realizada. O homem está preso na carceragem da Central de Polícia Civil.
Mon, 13 Jul 2020 11:34:26 -0000
30 anos do ECA: vulnerabilidade dificulta garantia de direitos de crianças e adolescentes da PB na pandemia

Especialistas apontam vulnerabilidade social como fator de risco na garantia de direitos para crianças e adolescentes, especialmente durante pandemia de Covid-19. No aniversário de 30 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, a pandemia de Covid-19 se apresenta na Paraíba como um desafio na garantia desses direitos Marcos Aragão/Menino Buchudo O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 30 anos nesta segunda-feira (13). A Lei nº 8.069/1990, assinada no dia 13 de julho de 1990, estabeleceu os direitos e deveres de crianças e adolescentes, reconhecendo-os como sujeitos que gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral. Porém, a garantia dos direitos de crianças e adolescentes encontra barreiras durante a pandemia do novo coronavírus, segundo especialistas da área. Apesar dos direitos garantidos por lei, a professora do curso de pedagogia na Universidade Federal da Paraíba, Ana Luísa Nogueira, explica que reafirmar e aplicar o ECA é difícil porque não se existe o hábito, enquanto cidadão de buscar compreender as leis. Além disso, uma tradição de punição ao menor de idade ainda é bastante forte, segundo a pedagoga, advinda principalmente do Código de Menores - legislação anterior ao ECA, que trazia um tom de discriminatório e punitivista, além de pregar o controle e a repressão. Ana Luísa foi uma das elaboradoras da nota técnica Garantia de direitos: Escuta das Infâncias, desenvolvida em colaboração com professores e pesquisadores da UFPB e que alerta para a vigilância constante dos direitos das crianças e adolescentes no contexto da pandemia do novo coronavírus. O documento, da Frente de Trabalho Nordeste Criança, aponta desafios de diversas ordens, mas fala principalmente sobre a vulnerabilidade social, violência doméstica e falta de garantia ao estudo, como principais fatores de alerta neste período de pandemia. A pedagoga afirma que é um tempo de muitas incertezas e crianças muitas vezes não compreendem todos os aspectos do que está acontecendo. “De um dia para o outro, o que se percebeu foi que não poderia mais ir visitar parentes, ir para a creche ou escola e ver suas/seus professoras/es e coleguinhas”, explica. Riscos da pandemia na garantia de direitos à crianças Até o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado divulgados neste sábado (10), 49 pessoas de idades entre 0 e 19 anos tiveram casos graves de Covid-19 e 7 mortes de pessoas de 0 a 20 anos foram registradas. Os riscos para crianças e adolescentes paraibanos durante a pandemia de Covid-19 estão principalmente relacionados à vulnerabilidade social na qual as famílias estão inseridas, segundo a médica Miriam Ferreira, que atua na porta de entrada para a maioria dos casos da doença, na Atenção Básica, na área de Estratégia Saúde da Família. Estes problemas estruturais foram evidenciados na pesquisa “As ações da Paraíba no enfrentamento à pandemia”, de Henrique Menezes e Lizandra Serafim, pesquisadores da UFPB. Segundo o estudo, a Paraíba possui 90% dos municípios com menos de 40 mil habitantes, 60% deles têm menos de 10 mil e as vulnerabilidades socioeconômicas dos territórios ampliam os riscos associados à disseminação do novo coronavírus. São municípios majoritariamente pobres (a quase totalidade possui Índice de Desenvolvimento Humano médio ou baixo) e quase 60% dos trabalhadores estão em ocupações informais, o que corresponde a 882 mil pessoas. Refletindo estes dados, a médica da família Miriam observa que as classes sociais menos favorecidas têm habitações menores, o que dificulta o isolamento social, consequentemente estão mais expostos a contaminação pelo vírus. Estas habitações com menos recursos dificultam a possibilidade de crianças e adolescentes manterem os estudos de forma remota e diminuem também as opções de lazer, desencadeando o estresse e a violência familiar. Esses fatores podem levar essas crianças a saírem de casa para buscar outras formas de lazer ou de refúgio. Nessa busca, de acordo com a médica, o menor de idade se expõe à contaminação. Essa mesma vulnerabilidade social, segundo Miriam, leva os pais ou responsáveis a sairem de casa para buscar o sustento, que muitas vezes têm de fontes de rendas precarizadas, como vendedores ambulantes, empregados domésticos não regularizados, catadores de reciclados, que, novamente, se expõem e expõem crianças e adolescentes da família à contaminação. “Só para ilustrar. Em pelo menos, duas famílias, fizemos o diagnóstico de idosos com Covid-19, e mesmo sem qualquer sintomatologia, convidamos o restante da família para ser testada. Não deu outra. Todos positivos, filh@s, net@s, bisnet@s. Todas conviviam, por questões socioeconômicas. A matriarca era cuidada pela filha, que acolhia netos, para que filha e genro trabalhassem”, escreveu Miriam. A médica questiona como seguir o protocolo de isolamento nessas condições. “Como pedir a uma família de 4 ou 5 pessoas para se isolar, vivem numa casa de 3 ou 4 cômodos minúsculos. Como posso pedir, orientar que idos@s não convivam com os mais jovens? Se, na maioria das vezes, as crianças e adolescentes precisam ficar com avós para as mães saírem para a labuta diária?”. Na Paraíba, vulnerabilidade social é um fator de risco durante a pandemia de Covid-19 Nathalia Williany/Arquivo pessoal Um problema de direitos básicos A pedagoga Ana Luísa alerta para a falta de muitas políticas públicas, a exemplo de políticas de renda, saúde e políticas educativas, de acesso aos meios digitais. Segundo a professora, existem também crianças que podem, nesse momento, estar em um ambiente pouco equilibrado emocionalmente, ou até mesmo sofrendo algum tipo de agressão física, psicológica ou até mesmo abusos sexuais. No contexto da pandemia, fica mais difícil profissionais da rede de proteção estarem mais próximos a essas crianças e adolescentes. O desafio da garantia do direito à educação dentro contexto da pandemia também é enorme para Ana Luísa, pois as atividades remotas que estão propostas em substituição às atividades presenciais não são adequadas a todas as faixas etárias e também não atingem a totalidade das crianças e adolescentes do nosso estado. “Principalmente as crianças das camadas mais pobres de nossa sociedade”, explica. Entretanto, segundo a acadêmica, faltam principalmente governantes que reconheçam a diversidade da população e a especificidade de cada faixa etária. “E o principal, falta que o poder público, a sociedade e as famílias compreendam que as crianças e os adolescentes são sujeitos de direitos e que tais direitos precisam ser garantidos por todos(as) com absoluta prioridade. Falta cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente, que completa 30 anos e o nosso país ainda não consegue cumprir. E, infelizmente, grande parte da sociedade não consegue compreender sua importância”, afirma. É importante ressaltar que todos esses problemas são apesar acentuados pela pandemia, mas não são específicos deste período. A Secretaria de Desenvolvimento Social de João Pessoa (Sedes) afirma que as maiores violações de crianças e adolescente no estado são a negligência, conflito familiar, maus tratos e agressão (física e psicológica). Em toda a Paraíba, de janeiro a maio de 2020, foram 149 denúncias realizadas ao disque 123 da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano (SEDH), evidenciando 331 violações de direitos contra crianças. Também através do disque 123, a SEDH registrou e 121 denúncias envolvendo adolescentes, evidenciando 252 violações de direitos. Renato Bonfim, primeiro suplente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), explica que é preciso relembrar o comprometimento de todos com as crianças e adolescentes. “O ECA tá fazendo 30 anos de resistência. Precisamos cada vez mais implementá-lo, conservá-lo e respeitá-lo. Acho também importante lembrar que o ECA veio trazer, à luz da lei, o sistema da garantia de direitos. Eu fui educado e a maioria de nós fomos educados antes dele, mas o ECA, hoje, faz parte de uma política que a gente não pode mais abrir a mão”. Criando possibilidades A ONG Menino Buchudo nasceu em João Pessoa há dois anos, quando Henrique Dantas presenciou uma abordagem violenta de um segurança de um restaurante com crianças que estavam pedindo dinheiro aos clientes. Após intervir no episódio, ele ofereceu uma carona aos meninos até onde eles moravam e se deparou uma realidade de vulnerabilidade. Utilizando a portaria do prédio de uma amiga como ponto de entrega, ele e um grupo de amigos iniciaram uma arrecadação via Whatsapp, de forma despretensiosa, com o intuito de ajudar aquela família específica. Com sucesso dessa primeira mobilização, o grupo se expandiu. Hoje conta com cerca de 15 voluntários fixos e também um grupo geral que hoje possui mais de 90 pessoas. As ações vão desde de ações de arrecadação de alimentos, material escolar, fraldas, material de construção, até petições e abaixo assinados para garantir Saneamento básico e Abastecimento de Água para comunidades do bairro de Mangabeira, em João Pessoa. Diante da pandemia, foi visto o agravamento dessas vulnerabilidades, o que não só justifica a importância da ONG, mas também sua atuação em ações emergenciais. Uma delas foi solicitar currículos de psicólogos em suas redes sociais, que possam atender nessas comunidades, visto que muitos moradores relataram sintomas de desconforto ou transtornos emocionais. “Se o perigo à saúde por estes fatores externos já é preocupante, a urgência por medidas públicas se faz mais necessária quando estamos falando de crianças que são - em grande parte - desnutridas, por falta de recursos financeiros de suas famílias em tempos normais, que agora, agravam-se pela pandemia”. ONG Menino Buchudo luta pela garantia de diretos básicos para famílias em situação de vulnerabilidade em João Pessoa Marcos Aragão/Menino Buchudo Apesar de toda a luta, Henrique Dantas e Aline Martinells, também voluntária da Menino Buchudo, ressaltam que é bastante difícil pontuar quais direitos são mais violados, pois todos são. “Reconhecemos que todas aquelas crianças são sujeitos de direito, entretanto, enquanto ONG não nos compete garantir direitos, fazemos ações assistenciais, quem tem tal competência de garantir estes direitos é o Estado, no entanto, utilizamos do nosso espaço para denunciar tais violações”, explicam. As arrecadações de alimentos e kits de higiene para a comunidade Iraque, no bairro de Mangabeira, também continuam acontecendo, além de denúncias e solicitação da atenção do Estado para a questão da água e saneamento - que já era a causa do adoecimento coletivo na comunidade, segundo eles. A Menino Buchudo pode ser contada através deste link, que também disponibiliza uma planilha de transparência do grupo e uma vaquinha virtual para a comunidade Iraque. O Projeto Beira da Linha também atua nas camadas mais vulneráveis da sociedade. Há 26 anos a ONG atua na Comunidade do Alto do Mateus, em João Pessoa, principalmente no âmbito educativo para crianças e adolescentes. São oferecidos cursos profissionalizantes, oficinas de artesanato, atividades esportivas e encaminhamento de adolescentes e jovens para o mercado de trabalho através do programa de aprendizagem. Durante a pandemia, distribuições de cestas básicas foram feitas e crianças assistidas pelo Projeto no Centro Educacional Miramangue receberam atividades pedagógicas para serem feitas no isolamento e também foram contemplados com entrega de material didático e ovos de páscoa. O trabalho pode ser acompanhado e apoiado pelo site. Onde procurar apoio Na Paraíba, o principal órgão responsável por garantir ações voltadas a essa faixa etária, além de garantir o cumprimento do estatuto, alinhando-se ao Conanda, é o Conselhos de Gestão em Políticas Públicas Sociais no Estado da Paraíba (CEDCA). O órgão recebe demandas em relação à Política de Crianças e adolescentes da Paraíba e em reunião, encaminha para as comissões que vai planejar estratégia para responder essas demanda. Informações sobre os serviços de atendimento, proteção e garantia dos direitos de crianças, adolescentes e famílias no estado podem ser consultadas no Rede Criança PB, plataforma do CEDCA. A pedagoga Ana Luisa ressalta, ainda, o papel do cidadão de, se ver alguma violação de direitos, denunciar. "As crianças devem ser protegidas com absoluta prioridade. Muitas vezes as pessoas entendem que aquilo ali seria um espaço privado de outras pessoas e se calam", explica. Denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes em toda a Paraíba podem ser feitas no Disque 123, que atende em plantão diário. O Governo do Estado também está fazendo ações de entrega de produtos básicos, como por exemplo, as 250 mil cestas básicas para as famílias dos alunos da rede estadual de ensino. A Secretaria de Desenvolvimento Social de João Pessoa disponibiliza para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, que é realizado pelos Cras, junto às famílias cadastradas. Os responsáveis pelo serviço estão mantendo contato com as famílias de forma remota, seja por WhatsApp ou ligação, também fazendo visita em alguns casos para entrega de materiais como cartilhas e ludopedagógico. *Sob supervisão de Krys Carneiro
Mon, 13 Jul 2020 11:33:33 -0000
Entregador é assassinado a tiros e tem moto roubada enquanto trabalhava em Natal

Vítima foi Ayslan Henrique, de 22 anos. Crime foi registrado no bairro de Cidade Nova. Ayslan Henrique tinha 22 anos Cedida Um entregador foi assassinado a tiros e teve a moto roubada quando saía da pizzaria onde trabalhava em Cidade Nova, Zona Oeste de Natal. A vítima do latrocínio foi Ayslan Henrique, de 22 anos. Ele foi sepultado na tarde de domingo (12), um dia depois do crime. Ayslan era promotor de vendas, mas fazia trabalhos extras como motoentregador para complementar a renda que sustentava os dois filhos. Ele foi abordado pelos bandidos no momento em que se preparava para fazer uma entrega na tarde de sábado (11) e sofreu disparos de arma de fogo na perna. Após o crime, Ayslan retornou ferido para a pizzaria e foi levado para o hospital pelo dono do estabelecimento. Ele faleceu quando recebia atendimento médico. O jovem deixa dois filhos, um de quatro anos e um bebê de oito meses. O caso será investigado pela Polícia Civil. "Se alguém viu, se alguém tem alguma filmagem ou sabe de alguma coisa denuncie. Não precisa se identificar, apenas ajude a gente para que Ayslan não seja mais estatística. Já basta essa pandemia devastando famílias no mundo inteiro, aí vem agora os bandidos tirando a vida de pessoas inocentes, trabalhadoras", conta Fabrícia Cristina, tia da vítima. Homem de 22 anos deixa dois filhos Cedida
Mon, 13 Jul 2020 11:32:59 -0000
Exposição em Tóquio que permitia 'roubo' de obras dura dez minutos

Organizadores acharam que evento seria bastante confidencial, mas informações se espalharam rapidamente. Mais de 200 pessoas estiveram na abertura do evento, que tinha como expectativa durar dez dias. Homens carregam obras de arte após entrarem em galeria de arte de Tóquio que sugeria que visitantes ‘roubassem’ as obras que quisessem Behrouz MEHRI / AFP Uma galeria de arte de Tóquio sugeriu que os visitantes "roubassem" as obras que quisessem, e, por conseguinte, a exposição durou apenas 10 minutos. Como para muitos a cultura era o de menos, boa parte do recolhido acabou em sites de leilão. Os organizadores acharam que o evento seria bastante confidencial, mas as informações se espalharam rapidamente pelas mídias sociais. Logo, quase 200 pessoas compareceram à abertura do evento, pouco antes da meia-noite da última quinta-feira (9). Os "malfeitores" foram tão eficazes que a exposição ficou esvaziada de suas obras em menos de dez minutos. A intenção era que durasse dez dias. Havia tanta gente que a polícia teve que ir ao local, onde os organizadores esclareceram qualquer mal-entendido. Roubar era permitido. Essa exposição funcionaria como um "experimento", supostamente para transformar a relação entre artistas e o público, segundo Tota Hasegawa, promotora do projeto, contou à AFP. Yusuke Hasada, de 26 anos, conseguiu se apossar de uma nota emoldurada de 10.000 ienes (cerca de US$ 93), que fazia parte da instalação "My Money", do artista Gabin Ito. Ele chegou uma hora antes do horário previsto para a abertura. O jovem, um dos poucos que não saiu de mãos vazias, posicionou-se estrategicamente em frente à entrada da galeria. O prazer da transgressão "Quando eles (os organizadores) anunciaram que abririam antes, todos atrás de mim se apressaram para entrar. Eu quase caí", relatou Hasada à AFP. "Foi aterrorizante", acrescentou. O jovem diz que quer guardar o objeto para decorar o apartamento. Já outros mostraram ter outros interesses: poucas horas após o "roubo", vários itens da exposição já estavam à venda nos sites de leilão, às vezes a preços de até 100.000 ienes (mais de US$ 900). Yuka Yamauchi, uma engenheira de 35 anos, chegou quando faltavam quinze minutos para a meia-noite, a tempo de ver os outros saírem com as obras. "Faz um tempo que não via tantas pessoas", ressalta Yamauchi. Hoje, a maioria dos habitantes de Tóquio evita aglomerações por medo de contrair o coronavírus, que na capital japonesa. A jovem teve que se contentar com um prêmio de consolação: um pregador que provavelmente foi usado para pendurar uma das obras. "Encontrei no chão, então guardei como lembrança", conta ela, rindo. A possibilidade de roubar objetos atrai mais público e dá aos visitantes um certo prazer, o de transgressão, explica Minori Murata, artista que expôs carteiras com dinheiro e cartões de crédito. A sociedade japonesa não tem o costume de desrespeitar as regras e proibições, e a incidência de criminalidade no país é muito baixa. Visitantes observam obras de arte antes de abertura oficial de evento que permitia "roubar" material em galeria Behrouz MEHRI / AFP
Mon, 13 Jul 2020 11:32:49 -0000
Fiscalização da Polícia Rodoviária localiza mais de 10 kg de maconha em porta-malas de veículo e rapaz acaba preso por tráfico

Abordagem policial foi na Rodovia Rodolfo Ribeiro de Castro (SP-421), em Iepê. Indivíduo disse que levaria a droga para Paraguaçu Paulista. Tabletes de maconha estavam em porta-malas de veículo Polícia Rodoviária Um rapaz de 24 anos foi preso por tráfico de droga após uma abordagem policial na Rodovia Rodolfo Ribeiro de Castro (SP-421), em Iepê. A fiscalização foi neste domingo (12). A Polícia Rodoviária abordou um veículo, com placas de Londrina (PR), que transitava no sentido Nantes – Rancharia. Durante a vistoria veicular foram localizados, no porta-malas, 19 tabletes de maconha, que após pesados totalizaram 10,400 quilos. Em entrevista, o motorista informou que foi contratado por uma pessoa desconhecida, na cidade de Loanda (PR), para transportar a droga até Paraguaçu Paulista. Pelo trabalho receberia a quantia de R$ 1.000. O homem foi preso em flagrante e permaneceu à disposição da Justiça. Tabletes de maconha estavam dentro de porta-malas Polícia Rodoviária Veja mais notícias em G1 Presidente Prudente e Região.
Mon, 13 Jul 2020 11:31:18 -0000
VÍDEOS: Bom Dia Cidade Ribeirão Preto de segunda-feira, 13 de julho

Veja notícias de Ribeirão Preto, Franca e região. Veja notícias de Ribeirão Preto, Franca e região.
Mon, 13 Jul 2020 11:31:10 -0000

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